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Vitamina "D" um teste em evidencia

18/05/2016

Hidroxivitamina

 

   A importância da vitamina D para a saúde esquelética e a prevenção do raquitismo e osteomalácia é reconhecida desde o início dos naos 1930 e, até recentemente, a vitamina D era  apenas determinante da saúde óssea e função neuromuscular, sendo essencial para o crescimento e desenvolvimento de um esqueleto saudável. O reconhecimento da presença de receptores de vitamina D em outros tecidos do organismo além do osso e intestino (tais como próstata, cérebro, mama, cólon, macrófagos etc.) evidenciou benefícios extraesqueléticos vitamina D e proporcionou um aumento substancial nos estudos científicos sobre o assunto. Esses  estudos evidenciam uma surpreendente prevalência de  insuficiência de vitamina D, de forma global, em praticamente todos os subgrupos  populacionais, independente da raça ou  latitude avaliada. Como consequência dessas constatações em alguns laboratórios do mundo, a dosagem de 25(OH)D foi o teste que mais cresceu nos útimos anos.

    A vitamina D é obtida através da dieta, ergocalciferol (vitamina D2) e colecalciferol (vitamina D3), ou sintetizada na conversão do 7-deidrocolesterol na epiderme. Para exercer suas  diversas funções fisiológicas, a vitamina D (D2 e D3) deve ser convertida em 25-hidroxivitamina D [25(OH)D2 e 25(OH) D3, respectivamente], que ocorre no fígado, e então, na sua forma ativa, 1,25-diidroxivitamina D [1,25(OH)2D]. Acredita-se que, hoje, a hipovitaminose D é extremamente comum devido à reduzida ingestão dietética (a vitamina D está presente em alimentos pouco consumidos pela população em geral) e mínima exposição cutânea à luz solar (a principal fonte de vitamina D no homem).

    Omelhor marcador para avaliar a suficiência de vitamina D no indivíduo é a dosagem da 25-hidroxivitamina D [25(OH) D]. Apesar de não ser o hormônio ativo, é o metabólito mais estável da vitamina D, tem uma meia-vida  aproximada de três semanas e sua concentração depende exclusivamente da concentração de seu substrato, a vitamina D. Além  disso, tem concentrações mil vezes maiores que a 1,25(OH)2D, sendo seu  precursor imediato. Esta última tem a meiavida curto de 4 a 6 horas e sua  conversão enzimática é altamente e finamente regulada pelo regulada pelo PTH, fósforo, cálcio e FGF23. Seus níveis usualmente encontram-se normais ou a até mesmo elevados na insuficiência de vitamina D (como resultado do hiperparatiroidismo secundário) e, portanto, sua utilidade limita-se ao diagnóstico diferencial das síndrome hipercalcêmicas e doenças inatas ou adquiridas do metabolismo da 25(OH)D.

    Existem controvérsias em relação ao valor que constitui uma adequada concentração sérica de 25(OH) D. No  passado, os valores de referência de vitamina D eram definidos avaliando o intervalo de resultados correspondente a 95% de um grande número de pessoas consideradas''saudáveis'', representativas de uma população de referência. Contudo, estudos atuais evidenciam que a  distribuição Gaussiana normal não é útil em estabelecer o intervalo de referência da vitamina D, que depende de vários fatores como latitude e altitude, idade e pigmentação da pele da população estudada, assim como da estação do ano da coleta do material. Portanto, propõe-se definir a concentração mínima ideal de vitamina D como aquele valor que não causa qualquer efeito deletério para a saúde e, particularmente, para o sistema esquelético. a definição desse valor  de corte não é tarefa fácil, pois depende do ensaio utilizado e de sua capacidae de reconhecimento de ambas 25-hidroxivitamina D2 e 25-hidroxivitamina D3. Até o  momento, não existe uma padronização internacional para  os diferentes kits disponíveis no mercado para mensurar a 25(OH)D, o que dificulta a harmonização dos métodos. Portanto, a comparação de resultados entre laboratórios deve ser evitada.

    A dosagem de 25(OH)D por radioimunoesaio (DiaSorin)  foi o primeiro teste aprovado (em 1993) nos Estados Unidos para utilização clínica pelo Food and Drug Admisnitration (FDA). Desde então, ele tem sido extensamente utilizaddo em estudos clínicos e epidemiológicos, gerado valores de  decisão médicas frequentemente referenciados e utiluzados. Em 2007, a DiaSorin recebeu nova aprovação, também do FDA, para a utilização do ensaio para  dosagem da  25(OH) D por quimioluminescência. De acordo com o fabricante, ambos os ensaios são capazes de detectar, indistintamente, a 25(OH)D3 e a 25(OH)D2. Estudo de proficiência e estudos comparativos demonstram boa comparabilidade entre os métodos de radioimunoensaio e quimioluminescência produzidos pela DiaSorin para a dosagem da 25(OH)D total.

    As diferentes abordagens utilizadas para definir os níveis de corte de 25(OH)D associam sua  concentração com os níveis de PTH, com a absorção intestinal de cálcio, com a densidade mineral óssea, com a  frequência de doenças (cânceres, diabetes, doenças infecciosas, esclerose múltipla, eventos cardiovasculares etc.) ou com a redução do risco de eventos ou doenças (fretura, queda, cânceres  etc.). Os resultados destas diferentes abordagens, embora variáveis, são coerentes com a prosposta de definir um valor mínimo aceitável de 25(OH)D de 30-32 ng/ml. Os níves ótimos de 25 (OH)D permanecem ainda não definidos, e podem ser diferentes para distintos processos fisiológicos, devendo, portanto ser individualizados a critério médico.

    Devido à alevada prevalência, facil detecção, efeitos adversos associados e tratamento efetivos e acessível, a insuficiência de vitamina D deve ser inestigada, especialmente nas populações de maior risco.

 

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